segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Wishlist de Final de Ano

Vai chegando dezembro e vou enlouquecendo. Tem Black Friday, tem 13º, tem Natal, tem meu aniversário, e tem desculpa pra comprar tudo o que vejo pela frente e me sentir menos culpada :D Tô sempre fazendo listas de querências, mas essas são as coisas que já estão na minha cabeça há um tempinho e que pretendo dar um jeito de conseguir ainda esse ano :)

domingo, 12 de novembro de 2017

Haul - Aniversário da Darkside Books

No último dia 31 de outubro foi aniversário de 5 anos da Darkside Books, e todos os sites possíveis tinham promoções maravilhosas envolvendo os livros da Caveira mais amada do Brasil (!)

Mesmo minha preferência para compra de livros nos últimos tempos sendo da Amazon, pra mim a promo da Saraiva estava compensando mais - os preços eram basicamente os mesmos da Amazon, quase tudo perto da casa dos 50% de desconto, porém escolhendo 4 livros o último sairia de graça.


Essas foram minhas escolhas - e no total, minha compra ficou R$106, uma média de R$25 (e alguns centavos) por livro!

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Macbeth

Stars, hide your fires!
Let not light see my black and deep desires.

MACBETH é, junto com Hamlet e The Tempest, um dos meus trabalhos preferidos de William Shakespeare. Todo ano tento me segurar pra não reler na época do Halloween, e todo ano falho.


terça-feira, 31 de outubro de 2017

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

queenvvitch's halloween tunes ● uma playlist de halloween

Eu e minha queridíssima Marsa conversamos sobre fazer playlists temáticas pra esse mês do Halloween, numa collab entre nossos blogs! Mesmo sendo amigas há muitos anos e tendo muitas coisas em comum, tivemos ideias totalmente diferentes pras nossas playlists, e esse foi o resultado!



E aqui está a minha :)


Pra fazer essa seleção, tomei como base primeiramente uma playlist que fiz há alguns anos no falecido 8tracks, também de Halloween. Algumas das músicas que tinha usado na lista antiga não estão no Spotify, então ela foi só o ponto de partida pra essa de agora.

Minha primeira inspiração são cantoras com vozes etéreas e melodias que nos dão a impressão de serem encantadas e mágicas, nos transportando pra esse mundo de bruxas. Quis não apenas focar na música mas também na ambientação e nas letras das mesmas, que mesmo não sendo necessariamente "assustadoras" dão essa vibe de encantamento mesmo.

Do meio pro fim, vamos mais pra dentro da floresta haha, pra vozes mais profundas e melodias ainda mais pesadas, pra um final já no meio da fogueira com todo mundo dançando e fazendo seus encantamentos!

Essa lista é bem eclética e fiquei bastante orgulhosa de tudo o que consegui colocar ali! Gosto muito de fazer playlists, e ainda mais sendo nessa época do ano que me deixa super inspirada, e fico muito feliz de conseguir trazer isso pra compartilhar!

Bora lançar uns feitiços por aí? ♥️

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Meus Filmes Preferidos com Bruxas

Reciclando - e deixando maior e melhor - um post em um dos meus blogs antigos, nada melhor para o mês das bruxas do que filmes com bruxas!

Desde bem novinha e muito antes de Harry Potter entrar na vida de todo mundo, tudo o que tem a ver com bruxaria e magia sempre me chamou atenção. E desde então eu adoro e consumo livros, filmes, desenhos, enfim, tudo o que tem essa temática, e sou assim até hoje. OLHA O NOME DO MEU BLOG.

Toda a história da bruxaria e a forma como elas são vistas pelos outros faz com que tenhamos uma grande gama de interpretações dessa figura tão lendária e presente no imaginário coletivo. Aproveitando o Halloween, deixo aqui a indicação de cinco filmes, vistos em diferentes épocas da minha vida, mas que trazem bruxas de um jeito ou de outro. 

domingo, 1 de outubro de 2017

7 livros para 70 anos de Stephen King

No último dia 21 de setembro, um dos meus escritores preferidos, Stephen King, completou 70 anos de vida. Além disso, esse ano de 2017 também marca 50 anos desde que ele vendeu sua primeira história profissionalmente, The Glass Floor, e 30 anos da publicação do meu livro preferido escrito por ele, Misery.

Eu não queria deixar esse dia passar em branco. Então, para iniciar os trabalhos do mês do Halloween, resolvi indicar por aqui não apenas meus livros preferidos, mas livros que tenham sido importantes na minha formação como leitora e como apaixonada por horror de alguma forma. Digo isso assim, sem meias palavras, pois o King foi o primeiro autor "adulto" que li, consciente da escolha que estava fazendo, e muito do que meu gosto literário é hoje devo a ele.



sexta-feira, 14 de julho de 2017

Best of: maio e junho

Estamos no meio de julho, mas sigo na filosofia de Antes Tarde Do Que Mais Tarde. Então, sem mais delongas, os bons pontos altos dos meses de maio e junho desse ano :)


segunda-feira, 19 de junho de 2017

Projeto Conversas com Kubrick

Já faz bastante tempo que quero fazer esse post - e esse projeto.


eu não acredito que stanley kubrick himself inventou a selfie no espelho

Stanley Kubrick é um dos meus diretores preferidos há muitos anos. O primeiro filme dele que assisti foi O Iluminado (The Shining), baseado no livro homônimo de Stephen King, que é um dos meus preferidos no mundo. E foi só mais adulta, e entendendo melhor de cinema, que fui assistir aos outros - Nascido Para Matar (Full Metal Jacket) que é um dos filmes preferidos do meu pai veio na sequência, e depois dele já assisti à filmografia quase completa do Kubrick. Minha paixão pelo trabalho dele só aumentou depois da exposição que veio pra São Paulo em 2013-14, trazendo bastidores, props e detalhes sobre seus principais trabalhos, e também informações sobre alguns não finalizados.

Também há alguns anos comprei o livro Conversas com Kubrick, do Michel Ciment, que foi publicado pela finada Cosac Naify na época da exposição. E, assim como quinhentas outras coisas que tenho na estante, ele está paradinho, mas foi folheando e vendo o conteúdo do livro - além das citadas conversas, existem variados artigos, análises, e crônicas de pessoas envolvidas com os filmes - que tive essa ideia para ver o que ainda não vi, e rever com uma nova perspectiva os filmes que já têm um lugar no meu coração.




Quase todos os filmes do Kubrick são baseados em livros, novelas ou contos. Além do já citado O Iluminado, e esse ano li 2001: Uma Odisseia no Espaço, de Arthur C. Clarke, que se tornou também um dos meus livros preferidos. Mas só esses. E agora decidi, além de assistir com a perspectiva de uma outra visão dos filmes com os artigos do Conversas, ler as histórias que inspiraram os filmes antes de vê-los.

A lista, com os filmes, seu ano de lançamento, e os livros que os inspiraram, é a seguinte:
  • The Killing (1956)
    Clean Break - Lionel White
  • Paths of Glory (1957)
    Paths of Glory - Humphfrey Cobb
  • Spartacus (1957)
    Spartacus - Howard Fast
  • Lolita (1962)
    Lolita - Vladimir Nabokov
  • Dr. Strangelove (1964)
    Red Alert - Peter George
  • 2001: A Space Odyssey (1968)
    2001: A Space Odyssey - Arthur C. Clarke
  • A Clockwork Orange (1971)
    A Clockwork Orange - Anthony Burgess
  • Barry Lyndon (1975)
    The Luck of Barry Lyndon - William Makepeace Thackeray
  • The Shining (1980)
    The Shining - Stephen King
  • Full Metal Jacket (1987)
    The Short-Timers - Gustav Hasford
  • Eyes Wide Shut (1999)
    Traumnovelle - Arthur Schnitzler
Pelo que andei pesquisando, a maioria desses livros também não foram lançados aqui no Brasil, então procurarei ebooks para eles. Deixei os nomes todos no original apenas para facilitar a catalogação, mas o que tiver tradução por aqui vai ter todos os detalhes quando fizer os posts para cada um deles. Dessa lista, os únicos que não assisti são The Killing e Barry Lyndon (que já sentei inúmeras vezes pra ver mas algo sempre atrapalha e não consigo terminar); e, além dos citados anteriormente, já li o livro Lolita. Pretendo também ver aos dois primeiros filmes do Kubrick, que têm histórias originais e aos quais nunca assisti, Fear and Desire (1953) e Killer's Kiss (1955).

Estou muito empolgada com esse projeto! Não é uma coisa com data pra terminar, e é algo bem pessoal, mas quis compartilhar por aqui. Não sei exatamente como vai ser meu schedule com as leituras. A única certeza é que antes de que conforme for lendo o livro/vendo o filme, vou ler o capítulo correspondente do Conversas. Minha intenção inicial era fazer por ordem cronológica de filme, mas como 2001: Uma Odisseia no Espaço já pulou a fila, talvez eu priorize os livros que já tenho aqui - Lolita e Laranja Mecânica - e vá fazendo os outros conforme for achando os livros. Caso alguém se interesse em fazer esse projeto junto, a gente pode combinar as leituras, e ir discutindo, que tal?

quinta-feira, 15 de junho de 2017

minha paleta personalizada da quem disse berenice

Esse é meu primeiro post na vida sobre maquiagem, por mais que seja um assunto pelo qual sou apaixonada e não paro de falar sobre com quem me conhece. Mas pra mim é complicado escrever sobre as coisas pois tenho muito mais uma visão de consumidora e apaixonada do que de especialista no assunto, e sempre me senti muito insegura fazendo isso. Mas mesmo assim a vontade nunca me deixou, e estou aqui realizando isso agora :) Então, espero que gostem - e super aceito feedback, principalmente no que posso melhorar!

Sombras pra mim só perdem de batom no quesito ~Coisas De Maquiagem Preferidas~, e tive uma época ALUCINADA de querer comprar toda e qualquer sombra e paleta que via pela frente. Mas com o tempo a gente vai aprendendo o que funciona melhor com a gente, e hoje em dia por mais que tudo que seja lançamento faz com que eu ainda me empolgue, penso muito melhor antes de comprar.

Então, por gostar muito de sombras, desde que recebi o email da quem disse berenice falando sobre o lançamento de paletas personalizáveis, fiquei super empolgada. Mas fui na loja dar uma olhada antes no que tinha, pensar nas paletas que já possuo, antes de montar a minha - e tinha coisas muito fixas em mente. Não queria tons neutros, nem mates, nem nada muito puxado pro rosado/avermelhado - já tenho a Shade & Light Eye da Kat Von D Beauty, e algumas sombras assim também na Vice 3 da Urban Decay e na Modern Renaissance da Anastasia Beverly Hills (a minha ainda nem chegou mas já estou contando com ela, haha!) - nem as cores que já tive em paletas e não uso - azuis e roxos principalmente. Fui procurar principalmente sombras metálicas, com brilho, e que combinassem com as que já tenho.

Cada pan sozinho sai por R$19,90, e as paletas têm opções de 2 (R$17,90), 4 (R$21,90) ou 8 (R$27,90) cores. Mas eles fizeram uma promoção de lançamento, que vale até o final desse mês para quem quer montar as paletas completas: levando a paleta de 2 + 2 sombras, você paga R$49,90 - o valor seria R$57,70, ou levando as paletas de 4 ou 8 sombras completas, você ganha a paleta. E foi isso que eu resolvi fazer, escolhendo 4 sombras de acordo com o que eu queria. E esse foi meu resultado!


As sombras têm 6 opções de acabamento: mate, metalizada, cintilante, holográfica, acetinada e glitter (... que quase não tem glitter. Chatiada.). Como estava procurando coisas bem diferentes, fui direto pras metalizadas, cintilantes e holográficas, ainda que a única nesse último acabamento que me chamou mesmo a atenção foi a primeira que acabei escolhendo, Marronles. Entre as metalizadas, escolhi Ourado e Cobreluz. E uma cintilante, Roseirinha. No total, são mais de 40 sombras pra escolher, em uma grande variedade de cores, além dos acabamentos. A única coisa que senti falta foi um prata bem prata do mesmo jeito que é o Ourado, ou ainda uma sombra com efeito furtacor/ponto de luz.

Agora falando das sombras em si :) O swatch de cima foi feito com um pincel úmido achatadinho da Macrilan (não tem numero/referência no pincel), e a de baixo com o dedo. Todas foram feitas sem base/primer de sombras, e no dorso da minha mão.


Marronles
é um holográfico/duocrome marrom, que cintila em verde. Ela lembra bastante a sombra Humoresque que vem no quarteto The Shining Hour da coleção Make-Up Art Cosmetics da MAC (que por sua vez também lembra bastante o pigmento Blue Brown) (e inclusive minha paleta SEM QUERER EU JURO ficou parecendo bastante o quad, haha! Tem resenha da Rafaella do quad aqui). O que tenho pra dizer sobre essa sombra é: ela é LINDA, mas foi um tormento real oficial trabalhar ela no pincel. No dedo uma passada já é o suficiente, mas tive que pegar produto umas quatro vezes no pincel e esfregar BEM pra ela ficar desse jeito da foto. É uma sombra bem cremosa, que quase não esfarela nem tem fallout quando aplicada na pele.


Cobreluz também me chamou muito a atenção logo de cara. É uma sombra metalizada cobre, muito cremosa e tranquila de trabalhar, tanto no dedo quanto no pincel. Tem ainda menos esfarelamento e fallout que a Marronles, é é minha preferida das quatro que escolhi. Acho que vai combinar perfeitamente com minhas outras sombras/paletas, e não vejo a hora de conseguir fazer algo com ela!



Roseirinha foi a última que escolhi, de acabamento cintilante, quando ainda estava pensando em uma sombra pra usar de ponto de luz. É a menos cremosa das quatro sombras, e a que mais esfarelou e teve fallout quando passei, mas nada inesperado nem que incomode muito. Gostei muito de como fica na pele, e por mais que não seja exatamente o que estava querendo, sinto que vou conseguir usar ela pra dar um destaque legal na maquiagem.


Ourado foi outra que bati o olho e escolhi. Queria muito uma sombra bem dourada, e ela tem um tom super bonito e vivo de ouro. Das metálicas, foi a que mais teve fallout, mas também esfarelou pouco e é bem cremosa. Mas é uma cor muito linda e que estava querendo há algum tempo já, e fiquei muito feliz com ela.

No geral, estou muito satisfeita com o lançamento. A qualidade do produto é inquestionável - a quem disse berenice é uma das minhas marcas nacionais favoritas já há algum tempo, e foi bem positiva minha primeira experiência com sombras deles. Como já falei antes, senti falta de mais variedade de cores - por mais que sejam mais de 40 opções, existem muitas variações de uma mesma coisa. Gosto de marcas que invistam em coisas mais diferentes e fora do usual, mas creio que não seja o foco principal, e não é necessariamente uma coisa ruim.




O que acharam das minhas escolhas? Geralmente, em uma paleta, tendo a escolher tons que conversem entre si e conseguir fazer uma maquiagem completa com elas, mas fui pra uma direção totalmente diferente com essa, e ainda assim estou bem satisfeita com o resultado! No site da quem disse berenice tem algumas opções de paletas pré-montadas também pra quem não quer ter muito trabalho e ainda assim aproveitar a novidade - lembrando que escolhendo paletas ao invés das sombras individuais, você economiza embalagem, uma outra preocupação da marca! Se interessaram pelo lançamento? Quais seriam seus critérios pra montar a paleta?

domingo, 28 de maio de 2017

Então, vi o Peter Doherty.

Tô há muito tempo tentando decidir como começar esse post. Não queria fazer um apanhado de informações sobre a vida/carreira do Peter, e nem deixar os sentimentos tomarem conta do que eu escrevo - então vou tentar ser sucinta, mas explicar as razões pelas quais estou tão, ainda que relutante, interessada em colocar isso pra fora.

Acompanhei o The Libertines mais ou menos desde o lançamento do Up the Bracket, isso em idos de 2002/2003, e do jeito que a gente tinha sem internet: pela MTV e por revistas. Uma coisa que nunca me esqueço foi, em uma review do álbum deles em uma revista, a frase "uma banda que faz o rock ainda valer a pena".



E desde me interessar pelo Libs, por uma razão ou outra o Peter foi quem sempre me chamou mais a atenção, seja pela presença de palco, pelas letras em si, ou por essa vida dupla, aberta, problemática e sem floreios, que o transformaram pra mim e pra muita gente em um catalisador de angústias. Então, pra mim, a progressão natural depois de o fim do Libertines foi seguir a carreira dele: com o Babyshambles (e um dos meus álbuns preferidos do mundo, o Down in Albion), e depois a carreira solo.

Logo após o lançamento do primeiro cd dele, o Grace/Wastelands, foi marcado um show aqui em SP, que me empolgou demais - seria bem perto do meu aniversário! - mas foi cancelado. E mais muita coisa rolou desde então - o Babyshambles gravou mais cd, o Libertines voltou, gravou cd, fez show - aqui no Brasil, inclusive, e me culpo muito ainda por não ter conseguido ir -, o Peter lançou mais um cd sozinho... e chegamos a essa turnê atual, e no show marcado há alguns meses, que já me deu várias dores de cabeça por ser marcado em uma QUARTA-FEIRA. As pessoa trabalha. Mas tá, consegui a folga, e fui.

E disse que ia ser sucinta. Desculpa.



A primeira coisa que me chamou a atenção quando entrei no Cine Joia foi como o lugar estava vazio - ainda faltava 1h30 pro horário marcado, mas das outras vezes que assisti a shows lá (um do Criolo e dois do City & Colour), mesmo sempre entrando cedo o fluxo de gente nunca parava, mas me estranhou ver tão pouca gente, não ter nem pego fila pra entrar, e ter ficado a três cabeças do palco. A seleção do dj antes do show foi bem indiezinha, pra felicidade da nação (mas eu sigo peixe fora d'água em qualquer estilo muito específico). E, depois de umas spoken word e gracinhas do Jack Jones (guitarrista que está com o Peter desde o Babyshambles), já com a casa bem mais cheia - mas com quase trinta minutos de atraso, o show finalmente começou.

A primeira música foi o primeiro single do álbum Hamburg Demonstrations, último álbum solo dele, I Don't Love Anyone (But You're Not Just Anyone). E, depois de tantos anos, finalmente ver Peter Doherty no palco não podia ser mais agridoce: ele estava lá, de carne, osso... e álcool. Chegou ao palco já cambaleando, e, por mais feliz que estivesse de estar na presença de um dos meus artistas favoritos, que acompanho há tantos anos, não consegui deixar de me sentir mais preocupada com o estado dele do que empolgada de o show ter começado.

Logo veio o primeiro single da carreira solo dele, Last of the English Roses, que empolgou um pouco mais a galera, por ser ainda mais conhecida, mas o estado dele... era deprimente. Assim como Last..., as músicas que mais empolgaram o público foram as mais antigas, tanto do Libs quanto do Babyshambles. Um dos momentos mais marcantes pra mim foi nesse comecinho de show, quando ele cantou You're My Waterloo, uma das minhas preferidas também, que foi quase que toda cantada a plenos pulmões pelo público. A música é tão bonita quanto triste, e foi uma das que mais me fez pensar sobre o estado dele e estar ali.



Novamente, as músicas que mais fizeram todo mundo cantar junto foram as mais antigas, então os pontos altos não deixaram de ser What Katie Did?, do Libertines (onde minhas primeiras lágrimas correram haha), e Albion, do Babyshambles, mas mais do Peter em si. O problema é que, enquanto a gente tava empolgado e ouvindo aquelas coisas, parecia que a qualquer momento ele não ia aguentar mais se segurar de pé e ia simplesmente embora. Quando ele foi pro intervalo alguém comentou atrás de mim "ele sorri, mas é meio triste, né?"

Mais meia hora de intervalo, e eu preocupada com a hora - afinal, metrô, e ter que ir trabalhar no outro dia - mas ele voltou, e me surpreendeu com Killamangiro, do Babyshambles, minha música preferida de todas dele fora do Libertines e que não tem sido em todos os shows que ela é tocada. DEI VÁRIOS GRITOS, chorei mais um monte haha, fiz um videozinho, e decidi realmente ir embora depois dessa - faltava uns 5 minutos pra meia noite. Aí ele começou a tocar Fuck Forever, fiquei pra ver mas já perto da porta, e... virou uma putaria generalizada: ele se jogou no povo, subiu um monte de gente no palco, enfim, foi um pandemônio, mas me fez dar algumas risadas, e enfim ir embora.

No final das contas, por mais que eu estivesse satisfeita de finalmente ter tido a oportunidade de ver o Peter ao vivo, muito disso me foi tirado por ele estar no estado em que o vi. Não é a sensação de ter estragado o show ou algo assim, é muito mais uma preocupação com a vida dele do que qualquer outra coisa. Foi válido, mas foi triste. E estou tentando me focar em torcer - sempre - pela recuperação dele.



domingo, 14 de maio de 2017

Best of: março e abril

Esses últimos dois meses não foram tão cheios de coisas como os primeiros do ano - especialmente o mês de abril, que não tenho nada sobre o que contar haha - mas março já me trouxe alguns dos melhores momentos do ano, sem dúvidas!

Les Misérables ♥️



FINALMENTE a vida me deu o sonho que sonhei ♥️ por alguma razão estou incapacitada de escrever direito sobre o que achei de Les Mis, mas, por enquanto, um resuminho: a montagem brasileira está magnífica, da produção num geral ao elenco lindo e talentosíssimo. Minha maior ressalva ainda fica por conta de um ator estrangeiro fazendo o papel de Valjean - Daniel Diges é um cantor e ator excepcional, porém o sotaque dificulta a compreensão de algumas coisas durante a peça. Para mim, que sei as músicas de cor e isso não influenciaria tanto, ainda assim incomodou, e me deixou pensando em quem não conhece o musical. Mas, num geral, valeu toda a expectativa e espera - e as lágrimas!

Rammstein: Paris ♥️



Outra coisa que merecia um post próprio mas sigo incapaz de escrever sobre. O Rammstein lançou em cinemas pelo mundo todo o show gravado em Paris na turnê Made in Germany, que foi uma tour no meio que Best Of deles, comemorando 20 anos de banda. Depois de achar que não chegaria a ter exibição por aqui, e mesmo com pouquíssima divulgação, minha sala estava lotada, e por pouco não consegui comprar ingresso. Shows do Rammstein são sempre espetáculos, e mesmo com alguns detalhes referentes à edição que não gostei, ter essa oportunidade de assistir a uma apresentação deles de uma forma totalmente diferente pra mim foi uma experiência maravilhosa. Se comecei a chorar na primeira música (Sonne!) e só parei quando terminou jamais confirmarei. :D

Esse post está mais atrasado do que eu gostaria que estivesse, mas em melhores notícias maio já está me deixando empolgada, pois American Gods FINALMENTE estreiou e consegui terminar a releitura do livro, que vinha atrasando há anos... mas falo sobre isso depois! Estou quase enlouquecendo também com os preparativos pras minhas férias, e por isso tenho mil planos de post na cabeça que infelizmente não saem dela, porque também tem mil outras coisas que quero/preciso fazer. Espero conseguir transformar essas intenções em conteúdo o mais rápido possível, e não ficar doida no processo haha :)

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Leituras do Trimestre - ebooks

Queria fazer um post sobre tudo o que li nesse primeiro trimestre, mas foi bastante coisa (\o/ YAY) especialmente comparando com o total geral dos últimos anos, e achei que o post ficaria muito grande. Então vou comentar rapidinho aqui o que li no meu Kobo nos primeiros meses do ano, e volto depois pra falar mais das minhas outras leituras :)


O Adulto - Gillian Flynn
[The Grownup - 2015]
Editora Intrínseca - 2016
64 páginas

Acompanhamos a protagonista-narradora, uma mulher cuja vida a levou a trabalhar tirando vantagem das pessoas de uma forma ou outra. Quando ela passa a fingir ter o dom de vidente, se depara com o trabalho em uma casa amaldiçoada. É um conto nos mesmos moldes dos romances que já li da Gillian Flynn - você não sabe exatamente em quem confiar, e as coisas muito provavelmente não são bem o que parecem. Gostei bastante da história e das reviravoltas, mas não muito do final.

Teaching My Mother How To Give Birth - Warsan Shire
flipped eye publishing limited - 2011
38 páginas

Apesar de gostar muito de poesia, tenho dificuldade em encontrar poetas contemporâneos com os quais consigo estabelecer uma conexão grande com a obra - o último a ter o impacto que gosto de encontrar em poesia em mim foi o maravilhoso Richard Siken e seu livro Crush.
Assim como meio mundo, conheci a obra de Warsan Shire por causa do visual album Lemonade, da Beyoncé, e resolvi pegar esse livro pra ver o que achava. Gostei da grande maioria dos poemas, ainda que tenha sentido dificuldade em me conectar em um nível mais pessoal com as experiências sobre as quais ela escreve. Mas, no geral, valeu bastante a leitura - diferentemente da decepção proporcional ao hype que foi pra mim a leitura de Milk and Honey, da Rupi Kaur.

Salem - Stephen King
['Salem's Lot - 1975]
Editora Suma de Letras - 2013
464 páginas

Fui para essa leitura meio sem saber o que me esperava, e só depois de já ter começado soube que é um reconto de Drácula. Ou seja, é um livro de vampiro. Ou seja, só Stephen King mesmo pra me fazer ler um livro de vampiro.
Na história, acompanhamos um escritor que volta à cidade que passou sua infância para que pudesse escrever seu novo livro, e também exorcisar uma experiência traumática do seu passado. Tudo começa a ficar estranho após o desaparecimento de duas crianças, e da chegada de um outro forasteiro à cidade.
Foi uma leitura diferente das outras do King pois, mesmo ele sendo MUITO prolixo, o texto dele não costuma me cansar. Nesse, entretanto, o excesso de personagens e descrições fica massante em algumas partes, e foi o maior ponto negativo do livro. Ainda assim, é uma leitura que gostei bastante de fazer, especialmente porque estava com saudade de ler Stephen King. E, só como um adendo, é um dos poucos da febre do A Hora Do... dos anos 80 que merecia o título traduzido original que teve, A Hora Do Vampiro.

Vocês já leram algum desses, ou se interessaram? E quais foram suas leituras nesse começo de ano?

segunda-feira, 27 de março de 2017

The Five Game

Roubei esse post do blog coffee & flowers, que por sua vez roubou do hello lolla (com CADA FOTO LINDA VAI LÁ VER QUASE DESANIMEI DE POSTAR O MEU), e post que é roubado de post roubado tem cinco anos de perdão ou algo assim??? Acho???? De qualquer forma, achei o post bem bacana pra fazer listinha porque todas ama uma listinha. E, mesmo o original não falando pra marcar ninguém pra fazer, tamos aqui intimando senhoras Celle e Marsa a postarem as suas cinco coisinhas também. Só tirei a categoria de coisas do Natal (no blog da Lolla)/de semana passada (no blog da Karine) porque mostly não tem nada de muito interessante pra contar, haha. MAS VAMO LÁ BORA FAZENDO!

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ibagem meramente ilustrativa mas estamos no outono amo outono toma esse chá de maçã com gosto de outono <3

5 coisas que você comprou no supermercado essa semana
- pizza de quatro queijos
- kitkat dark
- (mais) queijo
- chá verde
- banana

5 coisas que você assistiu recentemente
- episódio Birthmarks (s05e04) de House MD
- maratona dos vídeos What I Eat In A Day da Kicki
- filme What We Do In The Shadows (tem na Netflix, corre!)
- episódio 1 da season 9 de RuPaul's Drag Race
- Les Misérables <3 na estreia. Vai ter post logo!

5 produtos que você usou recentemente
- batom Rebel da MAC tem sido o de todo dia
- esmalte Maria de Fátima da coleção Preciosas Vilãs da Colorama
- Nebacetin + Bepantol pra umas rebeldias na pele
- máscara Umectação Oliva da Lola Cosméticos
- sabonete em gel + hidratante pro rosto da Mary Kay

5 planos para essa semana
- sair com uma amiga que não vejo há um tempinho
- ver 2 filmes
- pelo menos começar um livro, mas de preferência terminar também
- melhorar o consumo de água
- VER RAMMSTEIN NO CINEMA DIA 30 AAAAA

5 lugares que você não conhece ainda, mas pretende
- Buenos Aires (logo ❤)
- Gramado (logo ❤)
- Belo Horizonte
- Lisboa
- Munique

5 celebridades que você já viu
- Milton Hatoum, que me deu autógrafo, conversou comigo um tantinho e já era mozão bem antes de minissérie de Dois Irmãos passar na Globo
- Scott Westerfeld (... tô contando escritor como celebridade mesmo tá)
- Sasha Grey
- Supla fazendo campanha pra mãe dele na época que ela concorria à prefeitura de SP
- EU VI O RAMMSTEIN EU JÁ CONTEI QUE VI O RAMMSTEIN????

5 coisas que você gostaria de fazer
- estudar, mas o trabalho não deixa
- arrumar um trabalho novo since we're here
- viajar (pois é, vai ser logo ❤)
- conseguir controlar meus gastos/aprender a economizar
- desenhar

5 pessoas que você seguiu recentemente no instagram
- r_paints, artista brasileira que trabalha principalmente com aquarelas de animais
- _spirits, artista, cheia de coisas místicas e darks com uma estética que amo/sou/gostaria de praticar
- vitormrtns, ilustrador e youtuber que eu já acompanhava no yt mas por alguma razão ainda não tinha no feed
- worldpackers, um programa para gente que viaja e fica nos lugares usando alguma espécie de trabalho como pagamento
- rivuletpaper, ilustradora de bichinhos e coisas da natureza

5 expressões que você usa demais
- queria star... (geralmente é morta, mas sempre queria star algo que não stou HAHAHA)
- SERIA MEU SONHO
- deus me dibre
- mano/vei
- tipo

domingo, 19 de março de 2017

Um post sobre Moonlight

E sobre como esse filme é importante.

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Eu ia começar falando sobre o Oscar (mas todo mundo já sabe o que aconteceu), ou sobre minha mais nova paixão Mahershala Ali (que já é super conhecido, só não era por mim, aparentemente), mas acho que o que mais importa mesmo é você sentar e assistir.

Moonlight - Sob a Luz do Luar, subtítulo aqui do Brasil, é baseado na peça não publicada In Moonlight Black Boys Look Blue (QUE NOME) de Tarell Alvin McCraney, adaptada e dirigida por Barry Jenkins. O filme é um clássico coming-of-age, acompanhando o crescimento de Chiron da infância à vida adulta, com dificuldades, conflitos, escolhas, e muitas vezes falta delas. Importante ressaltar: boa parte da história é autobiográfica, e, automaticamente, real.


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É por isso que comecei dizendo que Moonlight é um filme é importante. Por mais que se passe num subúrbio de Miami, basta você olhar fora da caixa - ou da janela - pra perceber que os problemas e desigualdades mostradas tão escancaradamente sutis pelo filme não acontecem somente lá. Também estão do seu lado. Quando Little pergunta para Juan o que faggot significa; quando querem saber de Chiron quem foi que o agrediu; quando Black considera para onde suas escolhas o levaram; tudo nos deixa com o sentimento de que crescer não é uma tarefa fácil, ainda mais numa condição que não te oferece perspectiva de mudança. Em muitos momentos, é um filme que te deixa assustado com o sentimento de falta de esperança, mas mesmo coisas dolorosas são mostradas com uma delicadeza na forma de contar a história que não tem como não se apaixonar pelo filme como um todo.

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Assisti a três dos filmes indicados ao Oscar desse ano, que mais me interessavam principalmente - La La Land e Arrival, além de Moonlight; todo ano a mesma história: me enrolo pra me organizar e chego no dia tendo visto só uma pequena parte - e na hora que vi Moonlight ele se tornou meu preferido disparado. A indicação de Naomie Harris ao prêmio de atriz coadjuvante foi extremamente merecida (mas não estou triste por ela não ter ganho pois né, mesmo não tendo vendo Fences ainda Viola Davis segue no posto de Rainha do Mundo), e Juan me fez uma torcedora ferrenha pro prêmio para o Mahershala, que saiu, para minha felicidade.

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Não foi pouco o que chorei assistindo haha, e vou seguir dizendo pra todo mundo: mais que visualmente lindo, com uma competentíssima direção, um soberbo roteiro e atuações memoráveis, Moonlight é um filme necessário. Espero ter atiçado em quem leu a vontade de assistir. O filme ainda está nos cinemas e, para felicidade geral da nação, a Netflix já anunciou que estará disponível para eles a partir de maio desse ano. <3

domingo, 26 de fevereiro de 2017

Best of: janeiro e fevereiro

Com algumas fotinhas do Instagram e outras não - entretanto editadas como se fossem -, o que rolou de mais legal nos últimos dois meses! E o post vai ser grandinho porque tem bastante coisa pra contar :)

Mari + Shade & Light Eye ♥️

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Por motivos de nunca lembrarmos de tirar fotos juntas, uma imagem da encomenda que a Mari trouxe pra mim duma passadinha ali nos States, haha, mas também podia ser dois cartões postais, ou a lembrança duma tarde quente de domingo. E essa paleta veio pra substituir minha Naked 2 que foi pro lixo após 5+ anos de uso (RIP), era um sonho de consumo de anos e, mesmo tendo usado poucas vezes, já recomendo 200℅ pra quem tiver como comprar, vale MUITO a pena.

Asilo x 2 ♥️

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Sair com minhas lindas é sempre muito bom. Depois de muito debater onde ir resolvemos provar a hamburgueria ZDeli (que tenho por obrigação falar que valeu a uma hora de espera, tá, Coelho?), com uma estendida para o bairro da Liberdade onde as loucas da papelaria se soltaram, e ainda teve karaoke na Cervejaria Liberdade. E num outro dia fomos no Beach Burger, meio que por um acaso que valeu bastante à pena, pra comemorar o aniversário da mesma menina Coelho - e esquecemos de tirar fotas.

Guatemala Casi Cielo da Starbucks ♥️

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Quem me ensinou a magia dessa torra foi uma barista muito querida numa unidade próxima do meu antigo local de trabalho. Eu sou a louca de fazer amizade com barista, e a minha atual me contou que esse café voltaria agora no começo de janeiro, e eu MORRI. Sério, quem aprecia café e não acha que é tudo a mesma coisa precisa provar o Casi Cielo, e, como é uma edição limitada, eu já fiz meu estoque particular pra quando ele sair de circulação novamente.

Batom Dreaming of You, MACxSelena ♥️

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Eu queria fazer um post só pra divulgar & enaltecer o meu novo batom preferido da vida, mas ia ficar chato tanto pra divulgar um produto que já tá esgotado. A coleção toda da Selena Quintanilla foi uma loucura maior do que a MAC calculou, e eu comprei esse batom mostly por querer ter algo da coleção de recordação e foi a cor que achei mais bonita, mas não esperava me apaixonar por TUDO. Da embalagem roxa total anos 90 ao acabamento extremamente confortável, passando por um tom de vinho que incrivelmente não se parece com nenhum dos outros 200 batons vinho que eu tenho, já estou triste de não ter feito estoque desse lindo antes de ele esgotar. :(

Instax Mini 7 ♥️

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O SONHO DA INSTAX PRÓPRIA FOI REALIZADO ALELUIA IRMÕES. Ainda não usei ativamente a câmera porque tô sem filme (a Lorinha ajudou e me trouxe uns filmes que comprei na Amazon americana mas ainda estão com ela) então LOGO MENOS aguardem mais IBAGENS. Literally.

2001: Uma Odisseia no Espaço ♥️

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Melhor leitura dos últimos tempos, e me arrisco já a dizer que provavelmente já no top 5 no ano, eu comprei esse livro super perto do lançamento, mas fui enrolando pra ler e QUE LIVRO, MEUS AMIGOS. Vou fazer um post contando mais sobre ele e também falando um pouquinho do filme que também é um dos meus preferidos da vida.

Acho que o saldo tá bom, né? Mazelas sempre acontecem, mas foram bons dois meses. No mais, escutem Dear Evan Hansen, e me contem como foi o comecinho de ano de vocês!

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Planos para 2017 ❤

Ano novo, casa nova! E dessa vez sem muitas pretensões - não que eu as tivesse nos blogs passados, mas me cobrava muito por coisas pequenas, e acabava nada acontecendo. Então quem sabe dessa vez, ao invés de me culpar pelo primeiro post do ano estar saindo quinze dias atrasado dos meus planos iniciais, eu paro de firula e simplesmente bora escrever.

O final de 2016 foi extremamente complicado pra mim por motivos bem pessoais, e não pretendo me estender muito sobre isso. Mas, exatamente por ter passado por umas coisas que me fizeram nem querer ver o ano de 2017, aqui estamos mais uma vez, fazendo planos concluíveis - e que sinceramente, não são tão pra 2017, são meio que pra vida??? - que não vão me fazer tão mal caso não dê muita coisa certo, porque sempre tem o ano que vem pra recomeçar e tentar.

Já falei sobre isso num dos falecidos blogs passados, mas eu adoro fazer planos de final de ano. E pra mim ainda tem o adicional de meu aniversário ser juntinho do ano novo, então o sentimento de ~renovação~ sempre é carregado em dobro.

Mas vamos às coisas pretendidas pra esse ano?

Assistir ao musical Les Misérables

Depois de Wicked, meu musical preferido, o que a T4F me aprontou? Meu SEGUNDO musical preferido será montado em SP esse ano! Agora que já é oficial, mesmo a gente sabendo desde o ano passado, a expectativa está a mil! E por favor segue anexo ibagens do elenco LINDO, apresentado oficialmente semana passada.



SÓ LINDEZAS. Entretanto, tenho sentimentos confusos sobre o protagonista da montagem brasileira não ser um ator brasileiro. Sei que se ele foi o escolhido é por ser o mais competente para o papel - Daniel Diges é espanhol, e já participou de montagens de Les Mis como Enjolras (também conhecido como MEU PERSONAGEM PREFERIDO) e Jean Valjean, o papel que conquistou aqui em SP. Novamente, se ele foi escolhido é por sua competência e sei que não vai decepcionar mesmo em um papel com tanta carga, mas eu ainda acho que preferiria o papel nas mãos - e voz - de um brasileiro.

Começar - e manter - uma rotina de exercícios

Eu sempre fui gorda, mas sempre fui ativa. Ou era, na época da escola. Gostava de jogar, especialmente vôlei e handebol, nas aulas de educação física. Sempre andei muito, sem me importar com distâncias. Durante um tempo fiz kung fu, comecei muay thai, e entrei e saí de academia mais vezes do que consigo me lembrar pra contar. Só que atualmente isso vem pesando (HAH) em mim. Tenho cada vez mais dificuldade de fazer qualquer atividade que demande um pouco mais no meu corpo, e venho protelando resolver isso. Mas também me prometi me permitir apenas coisas que me causem prazer em fazer, ao invés de ficar puxando ferro na academia só por fazer. Nem que seja uma caminhada algumas vezes por semana, quero manter uma rotina, e a saúde agradece.

Estudar

Minha vontade real e honesta é poder dizer, no final do ano, que estou terminando meu primeiro ano de faculdade, mas não sei se é isso o que vai rolar. De qualquer forma, seja um curso ou a faculdade mesmo, preciso trabalhar minha mente e me dedicar a algo de verdade.

Ler mais, comprar menos, e melhor

Nos dois últimos anos meu volume de leitura caiu MUITO, por motivos diversos e que sei perfeitamente quais são, e que estou determinada a melhorar. Pelo lado positivo, eu deixei de comprar os +100 livros em um ano que já cheguei a fazer, e pretendo dar uma boa reduzida na estante esse ano (olha, outra meta!), pra com isso manter coisas que realmente ainda me interessam ter. Sobre comprar, há algum tempo já fiz uma wishlist de coisas que tenho vontade de ter e ler, e pretendo me manter fiel a ela na hora de compras, não me deixando levar por promoções dessa vez. Talvez eu faça até um post com minha wishlist, pra ir me motivando a ficar fiel a ela. E minha meta de livros pra esse ano no Goodreads é 50. Eita.Vejemos.

Comprar menos e melhor, num geral

Fazer wishlist pra focar no que quer é bom porque, quando você vê uma promoção muito boa numa coisa que não queria tanto assim, você pensa que aquele dinheiro poderia ser usado em algo que quer mais, vai durar mais, etc. Pelo menos, tem funcionado pra mim. Na teoria. Porque lá vem a próxima meta, que ééééé....

Guardar dinheiro pra viajar - E VIAJAR

Apesar de ainda continuar gastona, eu tenho tentado me controlar bastante, fazendo umas barganhas e acordos comigo mesma, pois quero deixar de usar o "não tenho dinheiro" como desculpa pra não fazer coisas que quero muito. Eu amo viajar, morro de vontade de conhecer muitos lugares, mas nunca foquei nisso como decidi fazer agora. Tenho tentado várias formas diferentes de me controlar, e no decorrer do ano vou perceber o que dá mais e menos certo pra mim, e volto pra contar.

Manter uma rotina com o blog

Como já disse, costumo me cobrar muito quando penso em escrever publicamente, mas quero que isso seja uma diversão sem que isso me deixe doida.

ALGO RELACIONADO A RAMMSTEIN

No ano passado, escrevi exatamente com essas palavras no meu journal uma meta, e ela foi cumprida da melhor maneira possível: pensei que o máximo que daria pra fazer sobre Rammstein em 2016 fosse comprar o dvd deles, acabou que eu os conheci pessoalmente e assisti ao melhor show da minha vida da grade. Eu duvido que isso vá ser superado porque né, só o Schneider me pedindo em casamento HAHAHA, mas espero que esse ano me traga algo maravilhoso em relação à banda da minha vida. Eles tão com show marcado em 2017 já. Vai que.

E é isso. Como eu disse, muita coisa que eu tenho que levar pra vida ao invés de só esse ano, mas uma hora a gente tem que começar, e a intenção é essa. Mais do que qualquer coisa, eu preciso cuidar de mim, e querer fazer isso, e no geral isso que é o foco principal de 2017.